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A eficiencia do cu doce

03/08/2009

Já cansei de ouvir por aí a mulherada usar as seguintes frases:

“Acho que vou segurar mais um pouquinho, homem gosta de mulher difícil”

“Ai amiga, não vou dar pra ele ainda não pra ele não achar que eu sou fácil”

“Se ele me come logo de cara assim, ele vai sumir”

“Vou deixar ele na seca um pouquinho mais, vai ter que se esforçar pra valorizar”

E diversas outras frases do gênero. Frases e atitudes que nós homens, nas conversas de bar, classificamos como o bom e velho cu doce.

E daí fica a dúvida, o cu doce realmente é eficiente?

Faço um parêntese para esclarecer quem ainda não entendeu: Esse blog tem o objetivo de explicar como nós homens pensamos em geral. Não estou aqui fazendo julgamento de valor, generalização, dizendo como ninguém deve agir. Sinceramente achei que não seria necessário explicar esse tipo de coisa. Porém, como aparentemente a alfabetização e a capacidade de interpretação de textos realmente são deficiencias do sistema educacional brasileiro, resolvi dar essa pequena explicação, pela primeira e última vez. Mas voltemos.

O cu doce é eficiente?

De bate pronto, respondo: Não.

Sob o nosso ponto de vista, o cu doce é simplesmente isso: cu doce. Não é o número de dias e de encontros antes de trepar que vai nos fazer achar você menos ou mais interessante, menos ou mais chata, menos ou mais legal, menos ou mais engraçada, menos ou mais divertida. O tempo que você demorar pra transar com a gente quer dizer apenas isso, o tempo que você demorou pra transar com a gente.

É um pensamento muito simplista achar que um homem vai mudar sua postura pelo tempo que você demora para transar com ele.

Existem homens que vão te classificar como menina “fácil”, como “vagabunda” ou coisa assim por você ter transado com ele logo de cara? SIM! Existem. Porém vamos analisar esse caso mais à fundo: Esse tipo de cara com certeza será daquele tipo de machão que também vai implicar com a sua mini-saia, ou com o seu biquini, ou com o fato de você sair com suas amigas. Você quer mesmo se relacionar com esse tipo de cara? Se sim, boa sorte, o cu doce é um excelente filtro para localizá-los.

Agora vamos falar do outro tipo de cara, que não vai te classificar como fácil por transar “logo de cara”. Acredite, esse tipo de cara já sabe se ele quer namorar ou não contigo. Ele analisou se você é legal, se ele gosta de estar do seu lado, se os momentos que vocês passam juntos são bons e, pasme, se ele sente alguma coisa por você. Tudo isso antes mesmo de vocês transarem ou não. O fato de vocês terem trepado ou não só colocou um fator a mais na mesa, se vocês se entendem na cama ou não. Ele não quer saber se foi na primeira noite ou na décima.

E se esse cara liberal quer apenas te comer, saiba do seguinte: O que vai variar é a paciência dele. Se ele vai topar esperar a fase do cu doce passar ou não. Se ele vai esperar, acredite, ele não está passando fome.

No fundo meninas, tudo isso escrito aí em cima é simplesmente o seguinte: Não viagem! Respeitem as suas vontades, usem a tão propagada sensibilidade de vocês pra entenderem quem está do lado de vocês. Estão com vontade de trepar com o cara, trepem. Não estão? Não trepem. Joguinhos são muito legais pra vocês conversarem com as amigas. Pra nós, são a mais pura bobagem.

A supervalorização do “dar”

31/07/2009

Esse vai para as meninas que ficam choramingando sem entender o porque de um cara pra quem elas acabaram de “dar” não mudar a forma de tratá-las (melhorar), não demonstrar o mínimo de gratidão ou mesmo passar a ignorá-las ou sumir.

Para entender essa reação masculina, em primeiro lugar precisamos contextualizar o “dar” através de uma verdade absoluta:

Se você trepou com um cara, você não deu absolutamente NADA para ele.

É comum as meninas supervalorizarem uma trepada usando o termo dar: “Ontem eu dei pra ele e hoje ele nem me deu bola”

O termo dar significa oferecer algo sem receber nada em troca e, convenhamos, qualquer trepada é um troca. Você entra numa trepada para gozar e a consequência é que a outra pessoa também goza. Encarar o ato de abrir as perninhas e deixar alguém usar o seu corpo pra atingir o orgasmo como uma dádiva concedida pra essa pessoa é de um egocentrismo sem tamanho.

Se você vai trepar com alguém você vai porque quer, porque está com tesão, porque quer gozar. O único caso onde isso poderia ser considerado dar é se você vai contra a vontade e não vai pra aproveitar, apenas porque o outro quer. Mas neste caso, você tem um problema e não, você não é altruista, você é otária (ou recebeu financeiramente para isto e você é profissional)

Esse termo dar deve vir do tempo do vinho em tonel, quando as mulheres guardavam sua honra (virgindade) para entregá-la (dar) para o seu marido. Naquela época o homem tinha duas possibilidades para obter sexo, ganhar (ela deu) ou comprar (ela vendeu). Porém, desde a década de 70 e a revolução sexual, as mulheres lutaram e conquistaram o direito ao orgasmo, o direito sobre seu próprio corpo, direito de trepar com quem quisesse (termos usados por elas). Vocês conseguiram tudo isso mas aparentemente só nós homens realmente aceitamos e acreditamos nisso.

Se você trepa com um cara achando que ele vai querer namorar com você por causa disso, você está viajando, acorde. Nós queremos namorar, mas não só porque você trepou com a gente. Se você quer trepar com um cara, trepe, aproveite, goze, mas não espere nada em troca apenas por ter trepado. Não espere retribuição pelo dar, mesmo porque, se você obter algo em retorno, não é dar, é vender, e isso é feio. Nós preferimos o escambo do trepar mesmo.